Vencendo as Tempestades da Vida

Texto: Atos 27.6-44; inicialmente ler o v. 20.

Introdução
– Na noite de 04 de outubro de 1744, o HMS Victory, um navio de primeira linha da Royal Navy (Marinha Real), foi pego por uma tempestade no Canal Inglês, quando a embarcação voltava para a Inglaterra. Toda a tripulação de 1.150 marinheiros morreu.
– São muitos os casos de navios que naufragaram em meio a uma forte tempestade.

Transição
– Todos nós enfrentamos várias tempestades ao longo de nossa existência.
– O texto nos mostra algumas lições a serem aprendidas quanto às tempestades da vida.

I.) As tempestades da vida podem ser evitadas se estivermos atentos às circunstâncias e dermos ouvidos a pessoas tementes a Deus, e não somente a especialistas – v. 6-12
– Tanto o piloto como o centurião já deveriam ter atentado para as circunstâncias contrárias relatadas nos versos 7,8.
– O piloto e o centurião também deveriam ter dado ouvidos ao que Paulo, um homem de discernimento espiritual, estava dizendo. No entanto, o centurião deu mais crédito ao que o piloto e o mestre do navio diziam – v. 9-11
– Deus fala pelas circunstâncias; precisamos estar atentos!
– Deus usa pessoas de discernimento espiritual para nos orientar; também precisamos ficar alertas!

II.) As tempestades da vida podem ser evitadas se não nos deixarmos enganar por supostos momentos de calmaria – v. 13-19
– O piloto e o centurião foram iludidos por um vento brando que soprava. No entanto, logo na sequencia, veio a tempestade.
– Momentos de calmaria podem ser ilusórios. Temos de estar atentos sempre, jamais podemos ‘baixar a guarda’. Mais uma vez vale ressaltar a necessidade de discernimento!

III.) As tempestades da vida, de tão intensas, podem nos levar a perder completamente as esperanças; no entanto, devem ser enfrentadas com bom ânimo – v. 20-22
– Diante dos acontecimentos relatados nos versos 14-20, as esperanças se desfizeram totalmente.
– Como é importante ouvir e dar bons conselhos em momentos de tempestades – v. 22
– Mau ânimo é sinônimo de incredulidade, não ajuda em nada; pelo contrário, atrapalha muito.

IV.) As tempestades da vida são momentos propícios para Deus se revelar a nós de maneira especial – v. 23
– Nos momentos de maior tempestade Deus pode se revelar a nós – v. 23,24
– Mesmo em momentos de grande tempestade, o verdadeiro servo de Deus não perde a convicção de sua posição espiritual, “Deus, de quem sou e a quem sirvo” – v. 23.

V.) As tempestades da vida devem ser enfrentadas com a convicção de que elas não podem impedir o propósito de Deus para as nossas vidas – v. 24-26
– As tempestades não podem impedir o propósito de Deus para as nossas vidas (v. 24). Era propósito de Deus que Paulo comparecesse perante o Imperador Romano, portanto, aquela tempestade não ceifaria a sua vida.
– Se Deus tem propósitos específicos para a sua vida, ainda que você esteja passando por uma grande tempestade, tal intempérie não poderá dar cabo da sua vida!
– Deus manifesta a Sua Graça nos momentos de tempestades da vida.
– Nos momentos de tempestades precisamos confiar que Deus cumprirá os Seus propósitos e promessas em nossas vidas – v. 25

VI.) As tempestades da vida não nos devem levar a ficarmos desapercebidos quanto ao egoísmo de pessoas mal intencionadas – v. 30-32
– Os marinheiros quiseram egoisticamente fugir do navio e deixar todos os viajantes à própria sorte. Mas Paulo estava atento e denunciou essa má intenção ao centurião.
– Além das tempestades, você ainda terá de lidar com pessoas mal intencionadas. Fique atento!

VII.) As tempestades da vida não devem nos impedir de nos preocuparmos com o bem estar das pessoas que estão à nossa volta, e de testemunharmos do nosso Deus – v. 33-38
– Enquanto os marinheiros pensavam apenas no seu próprio bem estar, o apóstolo Paulo pensava no bem estar de todos os viajantes.
– Ao tomar o pão e dar graças a Deus na presença de todos, Paulo testemunhava de sua fé em Deus.
– Precisamos aprender a praticar o altruísmo, e não o egoísmo.
– Vamos atrair pessoas a Cristo se, durante as tempestades que enfrentarmos, dermos um bom testemunho de altruísmo, e confiança em Deus.

VIII.) As tempestades da vida devem ser vencidas com os recursos que tivermos à mão – v. 42-44
– Os que sabiam nadar foram os primeiros a se salvar. Os demais tiveram de se apoiar em tábuas e destroços do navio.
– Os que sabiam nadar não aprenderam no momento da tempestade. Já haviam aprendido antes, em momentos de calmaria.
– Uma boa preparação em tempos de paz pode facilitar a vitória em tempos de tempestade!
– Quais recursos você tem à mão? Utilize-os para vencer a tempestade e chegar em terra firme!

Pr Ronaldo Guedes Beserra – SP, 09.08.2018

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O Perdão de Deus para Conosco e o Nosso Perdão para Aqueles que nos Ofendem

Texto: Mateus 18.21-35

Introdução
– A falta de perdão pode provocar sentimentos de vingança, pode desencadear doenças emocionais e físicas como depressão, dores musculares e hipertensão; pode ainda causar reações alérgicas, enxaquecas, dores no corpo e chegar a tal nível que se transforma em um tumor.
– A falta de perdão está diretamente associado a problemas de ordem emocional.
– Não perdoar é como alguém que toma um copo de veneno esperando que faça mal para aquele com o qual ficou ofendido.
– Às vezes houve, de fato, uma ofensa contra nós. Outras vezes, não passa de ‘coisa da nossa cabeça’.

Transição
– Devemos entender e nos apropriar do perdão de Deus para conosco, e também aprender a perdoar àqueles que nos têm ofendido, entristecido ou nos magoado.
– O texto bíblico nos ensina algumas importantes lições sobre o perdão de Deus para conosco e sobre o perdão que devemos liberar para os nossos ofensores.

I.) O perdão àqueles que nos ofendem deve ser praticado sem limites – v. 21,22
– Não sete vezes, mas setenta vezes sete.
– O perdão não é uma questão de matemática, mas de conduta.
– A compaixão divina, que é para ser imitada, não tem limites.
– O perdão deve ser uma atitude constante, como o é com Deus.
– Temos perdoado os nossos ofensores quantas vezes nos têm sido necessárias?

II.) O perdão de Deus para conosco nos foi concedido em relação a uma dívida impagável – v. 23-26
– Deus é o “rei que resolveu ajustar contas”.
– Nós somos os servos com quem ele ajusta contas. Todos nós compareceremos perante o tribunal de Cristo (Rm 14.10; 2 Co 5.10).
– Dez mil talentos de prata, segundo o cálculo judaico, representariam muito mais de dez milhões de dólares.
– Jamais teríamos como pagar a dívida dos nossos pecados diante de Deus!

III.) O perdão de Deus para conosco foi fruto da compaixão e graça divinas – v. 27
– “compadecendo-se […] perdoou-lhe”.
– “Nosso Rei nos dá aqui uma maravilhosa visão da misericórdia e compaixão do coração divino. Somente a benignidade é capaz de solucionar o nosso problema, porque não temos com que pagar o nosso débito. Mesmo que tivéssemos muito dinheiro com que quiséssemos pagar nossos pecados, tal transação seria inaceitável, tendo em vista que a salvação” não pode ser comprada por dinheiro. “É somente na obra consumada de Cristo […] que Deus pode solucionar o nosso estado de falência e abolir nosso débito” (Herbert Lockyer).
– Você já se apropriou do perdão de Deus, em Cristo Jesus?

IV.) O perdão àqueles que nos ofendem é extremamente pequeno se comparado com o perdão que Deus, em Cristo, nos concedeu – v. 28 a
– Dez mil talentos x cem denários – atualizando: Dez milhões de dólares x doze dólares.
– O perdão que devemos liberar aos que nos ofendem é praticamente nada se comparado com o perdão que Deus nos perdoou!
– Ainda assim vamos continuar a reter o perdão sobre os nossos ofensores?

V.) O perdão àqueles que nos ofendem não deve deixar de acontecer pela nossa dureza de coração – v. 28 b
– O servo foi extremamente violento, agressivo, estúpido e malvado.
– Nosso coração tem estado duro para com aqueles que nos ofenderam? Temos sido violentos e agressivos para com tais pessoas?

VI.) O perdão àqueles que nos ofendem deve ser uma imitação do perdão compassivo de Deus para conosco – v. 29-33
– Notar que o conservo fez exatamente o mesmo pedido que o servo havia feito ao rei (v. 26,29).
– No entanto, as respostas foram diferentes: o rei perdoou o servo, e o servo não perdoou o conservo. Ou seja, o servo não imitou a atitude compassiva do rei!
– O rei repreende ao seu servo – v. 32,33
– Temos sido imitadores de Deus no que diz respeito ao perdão?

VII.) O perdão àqueles que nos ofendem, quando não ocorre, causa a tristeza e o clamor daqueles que são testemunhas da nossa dureza de coração – v. 31
– Os companheiros do servo duro de coração ficaram entristecidos.
– A NTLH traduz que os outros empregados “ficaram revoltados” com a atitude do servo duro de coração.
– A sua tristeza e revolta levaram-nos a relatar ao rei a injustiça. Quando não perdoamos aos que nos ofendem, os que estão à nossa volta e são testemunhas disso, podem levar o caso a Deus, clamando até com certa ‘revolta’, ou seja, com intensidade. Penso que não desejamos que ninguém fique clamando a Deus por justiça contra nós!

VIII.) O perdão àqueles que nos ofendem, quando não ocorre, pode causar a indignação de Deus – v. 34
– O rei ficou indignado; Na NVI diz que ele ficou irado!
– Jamais despertemos a ira de Deus em função da falta de perdão àqueles que nos ofendem!

IX.) O perdão àqueles que nos ofendem, quando não ocorre, abre ocasião para que sejamos entregues aos torturadores – v. 34, 35 a
– Verdugos (ARA), torturadores (NVI), atormentadores, algozes, carrascos.
– “Se […] permanecermos em dureza de coração com relação aos outros, o Senhor nos entregará aos verdugos. Ele nos deixará, para que recebamos as agulhadas da nossa consciência, ou os ataques de Satanás, até que sejamos levados a agir de acordo com a sua vontade” (H. Lockyer).

X.) O perdão àqueles que nos ofendem deve ser sincero, do íntimo, e do coração – v. 35 b
– Íntimo (ARA), de coração (NVI), sinceramente (NTLH); Lembrar das palavras de Jesus depois de ensinar a Oração do Pai Nosso (Mt 6.12,14,15).

Pr Ronaldo Guedes Beserra com o auxílio de Herbert Lockyer, em ‘Todas as Parábolas da Bíblia’.

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A Parábola dos Dois Filhos

Parábola dos Dois Filhos – Mt 21.28-32

Texto: Mateus 21.28-32

Introdução
– Contextualizar: Essa parábola foi proferida na semana da Paixão de Cristo, e foi uma espécie de resposta ao questionamento dos principais sacerdotes e anciãos do povo quanto à autoridade com a qual Jesus havia realizado a purificação do templo (ler e elucidar Mt 21.12,13,23-27).
– Essa parábola traz algumas lições práticas para nós. Vejamos:

I.) Que a nossa prática não seja diferente do nosso discurso – v. 28,29
– Esse primeiro filho simbolizava os fariseus, saduceus e escribas, representantes da religião dos judeus, mas que estavam tão longe de Deus quanto os pecadores.
– Professavam ser do Senhor, mas eram desobedientes e rebeldes.
– Deveriam ser exemplos de espiritualidade pelo conhecimento que tinham, mas não eram.
– Por fora eram corretos e justos; tinham aparência de santidade, sempre dizendo “Eu vou Senhor”, porém não obedeciam na prática.

– Esse primeiro filho disse uma coisa e fez outra; era contraditório; havia um conflito entre o que dizia e o que fazia, entre o que prometia e o que cumpria.
– Suas palavras aduladoras eram mentirosas; não havia arrependimento; era hipócrita.
– Ele não mudou de uma intenção boa para uma má intenção; Sua atitude já era premeditada. Não tinha nenhuma intenção de mudar.
– Ao dizer que ia trabalhar na vinha, já sabia de antemão que não iria. Só dizia de boca para fora!

– Que jamais imitemos esse primeiro filho, que jamais nos inspiremos nos religiosos dos tempos de Jesus!
– Que o nosso discurso acompanhe a nossa prática, e vice versa!

II.) Que nos arrependamos quando a nossa disposição inicial for de negligência – v. 30
– Esse segundo filho representava os cobradores de impostos, os pecadores e as prostitutas.
– Representa os que não professam e nem praticam a fé cristã.
– Diferentemente do primeiro filho, não temem a Deus e nem fingem; não são hipócritas, não são contraditórios; sabem que são pecadores e afirmam isso claramente.

– No entanto, ao ouvirem a pregação de João Batista, esses pecadores que eram rebeldes (“Não quero ir, não vou”) arrependeram-se, obedeceram e se tornaram filhos de Deus.
– Viviam em pecado e sabiam disso, assumiam isso; eram como o filho rebelde.
– Mas a mensagem sobre o pecado e sobre o arrependimento penetrou no coração deles; se arrependeram, mudaram de atitude e foram servir ao Senhor em Sua vinha.

– Que a nossa disposição inicial sempre seja a de obedecer, seguida da prática da obediência. No entanto, caso sejamos inicialmente negligentes, que nos arrependamos e mudemos a disposição do nosso coração!
– Se houver alguém que está sendo deliberadamente rebelde, que se arrependa, confesse os seus pecados, creia em Jesus como Senhor e Salvador e se disponha a trabalhar na vinha do Senhor!

III.) Que estejamos atentos ao caminho da justiça, não negligenciemos a fé, e nem o arrependimento – v. 31,32
– Ao responderem a pergunta de Jesus, os fariseus emitiram um veredito que recaiu sobre eles mesmos.
– Quanto à declaração de Jesus no v. 31: “Há mais esperança para os conscientemente ímpios, do que para os que se consideram santos” (H. Lockyer).
– No entanto, a expressão “vos precedem” significa que Jesus estava deixando a porta aberta para os fariseus também entrarem no Reino de Deus. Alguns entraram no Reino após os pecadores salvos: Saulo foi um deles.
– O v. 32 destaca que os fariseus não estiveram atentos ao caminho da justiça, negligenciaram a fé (enquanto os pecadores que eles desprezavam vieram a crer), e negligenciaram também o arrependimento. Que jamais imitemos os religiosos dos dias de Jesus! Que façamos exatamente o contrário!

Conclusão
– As repostas diferentes dos dois filhos apenas demonstravam diferentes pecados.
– O primeiro prometeu obediência, mas não tinha a intenção de cumprir a palavra.
– O segundo nem prometeu e nem tinha a intenção de obedecer.
– Até esse ponto, não há porque preferir um a outro.
– Tornam-se diferentes somente no derradeiro ato.
– Quanto a nós, que respondamos afirmativamente quando chamados a servir, e que de fato cumpramos a palavra enpenhada!

Pr Ronaldo Guedes Beserra,
Com o apoio dos escritos de Herbert Lockyer, em “Todas as Parábolas da Bíblia”.

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Os Dons do Espírito Santo

Textos: Rm 12.6-8; 1 Co 12.8-10, 25-28; Ef 4.11

Introdução
– Os dons espirituais foram dados para o serviço, não para satisfação pessoal.
– Cada pessoa redimida recebeu pelo menos um dom do Espírito Santo.
– Somos responsáveis diante de Deus pela maneira com que usamos nossos dons.
– Cada membro tem uma função especial, mas todos devem trabalhar juntos (1 Co 12.14-21).
– Cada membro do corpo é único. Deus dá dons semelhantes a pessoas diferentes. Se qualquer de nós estiver faltando, o corpo estará incompleto.

I.) A Origem dos Dons Espirituais
– É o Espírito Santo quem decide quem recebe e que dons; Ele os distribui como quer (1 Co 12.11).
– Temos de prestar contas do uso de qualquer dom que recebemos, mas não somos responsáveis pelos dons que não recebemos.
– Não devemos cobiçar ou ter inveja de dons que outros tenham.
– Podemos desejar outros dons e até pedir por eles, mas se não for da vontade do Espírito Santo, não obteremos o que pedimos.
– Todos os crentes devem ter o mesmo fruto (Gl 5.22,23), mas nem todos os crentes terão o mesmo dom.

II.) Dons Espirituais e Talentos
– Nas três passagens que falam dos dons achamos mais ou menos vinte dons.
– Muitos dons se parecem com habilidades ou talentos naturais; outros são claramente espirituais.
– Deus pode tomar um talento, transformá-lo, pelo poder do Espírito Santo, e usá-lo como dom espiritual.
– Um dom é um “instrumento” que deve ser usado, e não uma joia ou objeto e decoração. Ex.: diferentes ferramentas que um carpinteiro usa, diferentes instrumentos que um médico precisa.
– Talento artístico de qualquer tipo é um dom de Deus (Tg 1.17), ainda que a pessoa não reconheça isso.

III.) O Propósito dos Dons
– Deus deu a cada um de nós um serviço, e dons sobrenaturais para executá-lo (Ef 4.12).
– Os dons são concedidos “visando a um fim proveitoso” (1 Co 12.7); portanto, não podem ser usados com propósitos egoístas. Através dos dons devemos ajudar uns aos outros (Fp 2.3,4).
– Antes de alistar os dons em Ef 4.11, Paulo nos exorta à unidade (v. 3-7). Portanto, os dons do Espírito nunca devem dividir o corpo de Cristo, mas mantê-lo unido.

IV.) Como Reconhecer Seu Dom
a.) Tenha certeza de que Deus lhe deu pelo menos um dom espiritual, e quer que você saiba qual é e o use para Sua glória.
b.) Orar com discernimento e objetivamente para que Deus nos mostre os nossos dons.
c.) Buscar uma compreensão inteligente do que a Bíblia diz sobre dons espirituais.
d.) Conheça a si mesmo e às suas capacidades. Se envolva em diferentes tarefas na igreja e responda às perguntas: O que eu sou atraído a fazer? O que eu faço com habilidade? Que dons espirituais outros irmãos têm reconhecido em minha vida?

V.) Dons Ministeriais – Ef 4.11

Apóstolo: O termo grego significa “alguém enviado com uma missão”.
– “o dom do apostolado deve se referir a este grupo pequeno e especial que eram os ‘apóstolos de Cristo’: os doze e Paulo. Eles eram diferentes porque tinham sido testemunhas oculares do Jesus histórico […] Neste sentido eles não têm sucessores, apesar de haver, sem dúvida, ‘apóstolos’ hoje em dia, no sentido secundário de ‘missionários’” (John Stott).

Profeta: O termo grego significa “expositor público”. Nos tempos apostólicos tinha duas facetas: (1) a transmissão de palavras de Deus para os homens; (2) edificar, instruir, consolar e exortar (1 Co 14.3). É preciso distinguir a profecia como dom ministerial, da profecia como manifestação momentânea do Espírito (1 Co 12.10).

Evangelista: Vem de uma palavra grega que significa “aquele que anuncia boas notícias”. O dom de evangelizar é uma capacidade maior para transmitir o evangelho.

Pastor: Ministros do evangelho ordenados e santos não ordenados que têm dons de aconselhar, orientar, advertir e guardar o rebanho.

Mestre: A palavra grega significa “instrutor”. Ensinar é uma capacidade, dada pelo Espírito, de firmar na vida de cristãos o conhecimento da Palavra de Deus e a sua aplicação em seu pensar e agir.
– A maneira como Paulo pôs as palavras em Ef 4.11 dá tanta proximidade aos dons de pastor e mestre, que quase poderiam ser traduzidos como se fossem um só dom, “pastor-mestre”.

VI.) Dons de Manifestações – 1 Co 12.8-10

Palavra da Sabedoria: Deus dá aos crentes sabedoria pela Escritura. E ainda dá um dom ou capacidade especial de sabedoria para alguns.

Palavra do Conhecimento: Ou seja, familiaridade com informação espiritual; os dons de sabedoria e conhecimento devem andar juntos; Este conhecimento, dom do Espírito, está baseado em longas horas de estudo disciplinado. Mas a capacidade de aplicar o que aprendemos, em situações específicas, de fato ultrapassa o estudo e vem diretamente do Espírito Santo.

: Não se trata da fé para a salvação, mas de um fé sobrenatural especial, comunicada pelo Espírito Santo, capacitando o crente a crer em Deus para a realização de coisas extraordinárias e milagrosas.

Dons de Curar: Concedidos à igreja para a restauração da saúde por meio divinos e sobrenaturais. Não são concedidos a todos os crentes; todavia, todos podem orar pelos enfermos.

Operação de Milagres: Atos sobrenaturais de poder que intervém nas leis da natureza; sinais, prodígios e maravilhas.

Profecia: Dom que capacita o crente a transmitir uma palavra ou revelação diretamente de Deus, sob o impulso do Espírito Santo (1 Co 14.24,25,29-31). Não envolve revelação nova, mas algo que o Espírito Santo está fazendo, relacionado com a Palavra escrita de Deus.

Discernimento de Espíritos: Vem de um termo grego que compreende diversas ideias: ver, considerar, examinar, compreender, ouvir, julgar de perto. A Bíblia ensina que muitos falsos profetas e enganadores surgiriam (2 Co 11.14,15; 1 Tm 4.1).
– Os crentes devem testar os vários espíritos e doutrinas, comparando-os com o padrão da Palavra de Deus. O Espírito Santo dá a algumas pessoas capacidade extraordinária para discernir a verdade.
– Capacidade para perceber hipocrisia, superficialidade, engano e mentira. Pedro reconheceu a hipocrisia de Ananias e Safira (At 5.1-11), e também o que se passava no interior do mágico Simão (At 8.9ss).

Variedade de Línguas: Podem ser línguas humanas e vivas (At 2.4-6), ou uma língua desconhecida na terra, “língua … dos anjos” (1 Co 13.1; 14.23,27,28,39). A língua falada através deste dom não é aprendida, e quase sempre não é entendida, tanto por quem fala (1 Co 14.14), como pelos ouvintes (1 Co 14.16). Deve haver ordem quanto ao falar em línguas em voz alta durante o culto (1 Co 14.27,28). Quem fala em línguas pelo Espírito, nunca fica em “êxtase” ou “fora de controle” (1 Co 14.32).

Interpretação de Línguas: Capacidade concedida pelo Espírito Santo, para o portador deste dom compreender e transmitir o significado de uma mensagem dada em línguas. A interpretação pode vir através de quem deu a mensagem em línguas, ou de outra pessoa. Quem fala em línguas deve orar para que possa interpretá-las (1 Co 14.13).

VII.) Dons de Operação na Igreja Local – 1 Co 12.25-28

Apóstolos: Ver acima.

Profetas: Ver acima.

Mestres: Ver acima.

Operação de Milagres: Ver acima.

Dons de Curar: Ver acima.

Socorros: Vem da palavra grega para auxiliar, ajudar. Ex.: instituição dos diáconos (At 6) para servir às mesas e distribuir os auxílios aos pobres. Também é serviço social, como ajudar os que são oprimidos por injustiça social, e cuidar de órfãos e viúvas. É o dom de mostrar misericórdia.

Governos: Palavra grega que traz a ideia de guiar, pilotar, dirigir. Algumas traduções trazem “administrar”. Algumas pessoas receberam o dom de liderança, que a Igreja reconhece (At 14.23; 1 Tm 3.1-7). Quando este dom não é reconhecido o resultado é confusão, e isto impede a atuação do Espírito Santo.

Variedade de Línguas: Ver acima.

VIII.) Dons Pessoais – Rm 12.3-8
– Esse texto “ao mesmo tempo em que combate o individualismo, ressalta o caráter pessoal do dom” (MBD IEAB).

Profecia: Ver acima.

Ministério: Ou serviço; É a disposição, a capacidade e poder, dados por Deus, para alguém servir e prestar assistência prática aos membros e líderes da igreja.

Ensino: Ver acima o dom de Mestre.

Exortar: NTLH traduz “dom de animar os outros”. Ou seja, encorajar, motivar, estimular a fé.

Contribuir: Repartir; Refere-se ao ato de dar algo com a mão e o coração abertos, que derivam da compaixão e de uma singeleza de propósito, não de ambição; contribuir livremente com os seus bens pessoais para suprir necessidades da obra ou do povo de Deus.

Presidir: Ver acima o dom de Governos.

Misericórdia: Ajudar e consolar os necessitados ou aflitos. Ver acima o dom de Socorros.

Fontes de pesquisa:
– “Bíblia de Estudo Pentecostal”
– “O Espírito Santo”, Billy Graham.
– “Manual Básico de Doutrinas” da IEAB.
– “Chave Linguística do Novo Testamento Grego”, Rienecker e Rogers.

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Investindo Recursos Materiais na Eternidade

Texto: Lucas 16.1-13

Introdução
– Grandes empresários pensam em uma forma de investir recursos para gerar mais recursos. No entanto, quando estes empresários partirem para a eternidade, tudo o que foi conquistado ficará aqui nesta terra.
– Entretanto, há uma maneira de investir recursos materiais na eternidade! Ou seja, há uma forma de fazer com que os seus recursos materiais te ‘acompanhem’ na eternidade.
– A Parábola do administrador infiel (desonesto, astuto) nos traz alguns ensinamentos muito relevantes.

I.) Devemos ser bons mordomos, bons administradores dos recursos que Deus nos tem confiado – v. 1
– O administrador do homem rico da parábola foi acusado de desperdiçar os bens que lhe haviam sido confiados.
– Nós somos mordomos, administradores dos recursos que Deus nos confiou: dinheiro, bens, talentos, dons, ministérios, funções, cargos, tempo, etc.
– Não podemos ser negligentes na administração desses recursos.
– “Os bens do Mestre não devem ser desperdiçados” (Herbert Lockyer).

II.) Devemos ter em mente que um dia teremos que prestar contas a Deus em relação aos recursos que Ele tem nos confiado – v. 2
– O homem rico da parábola chamou o administrador a prestar contas.
– Todos nós compareceremos perante o tribunal de Cristo – Rm 14.10; 2 Co 5.10

III.) Devemos nos concentrar nos interesses de Deus e de Seu Reino e não nos nossos próprios interesses – v. 3-7
– “O mordomo era alguém que cuidava de si mesmo” (H. L.). Ele não se preocupava nem se importava com os interesses de seu patrão, mas em si mesmo, no seu bem estar pessoal.
– As negociações com os devedores revelaram o verdadeiro caráter do mordomo; ele era egoísta, não tinha integridade e nem fidelidade.
– Sempre haverá cúmplices para os infiéis e desonestos – v. 5-7
– Nosso procedimento como mordomos de Cristo deve ser diametralmente oposto ao do administrador da parábola.

IV.) Devemos aprender a sermos espiritualmente prudentes – v. 8
– O próprio patrão do administrador elogiou a astúcia deste.
– “Cristo não elogiou a trapaça, mas sim a astúcia daquele mordomo” (H.L.).
– NTLH destaca a esperteza do mordomo (v. 8).
– “Jesus usou essa parábola em referência à astúcia do mundo para ensinar uma lição de prudência espiritual […] lição sobre prudência e o prevenir-se de antemão, atitudes essas muitas vezes presentes nos homens bem-sucedidos do mundo” (H. L.).
– Jesus destaca a capacidade de prever e agir.
– Prudência, previsão e ação estão presentes nos homens bem sucedidos do mundo, mas muitas vezes ausentes nos discípulos de Cristo.
– Usemos dessas habilidades na esfera espiritual!

V.) Devemos aplicar nossos recursos financeiros, nossa influência, nossa posição e nossas oportunidades para influenciar e ganhar amigos para o Reino de Deus – v. 9
– O administrar desonesto usou sua posição para ganhar amigos que o beneficiassem quando ele fosse despedido.
– Nós devemos usar recursos, influência, posição e oportunidades para fazer amigos ganhando e influenciando almas para Cristo, de forma que, quando não mais tivermos tais recursos, ou seja, quando não mais estivermos nesse mundo, sejamos recebidos por esses amigos (que fizemos com a aplicação dos recursos terrenos que Deus nos concedeu) no céu, na eternidade.
– Já que não podemos levar dinheiro para a eternidade, já que ‘caixão não tem gaveta’, “Muitos homens ricos não deixariam tanto para trás, se apenas tivessem feito mais amigos através de seu dinheiro” (H.L.)
– “Os mordomos de Deus […] terão amigos pela eternidade porque usaram prudentemente os seus recursos desse mundo no espírito do amor cristão” (H.L).
– “Na eternidade, os que forem beneficiados pelo seu ministério, ou seu dinheiro, ou ambos, serão a sua alegria e coroa de regozijo” (H.L.)
– “Dons e graças, usados na obra de Deus, trazem uma satisfação no presente e servem para construir um memorial na eternidade” (H.L.).

VI.) Devemos ser fiéis, pois esse é o critério para a recompensa na eternidade – v. 10-12
– O procedimento usado quando se administra pequenas coisas será também usado quando se administrar grandes coisas, seja fidelidade, seja infidelidade – v. 10
– Devemos ser fiéis na administração dos recursos materiais (riquezas de origem injusta, riquezas deste mundo ímpio) para que os recursos espirituais (verdadeira riqueza) nos sejam confiados (v. 11).
– Devemos ser fiéis na administração do que é dos outros para um dia administrarmos o que é nosso (v. 12); “o texto dá a impressão de um filho aprendendo através de pequenas responsabilidades a cuidar de uma fortuna maior que eventualmente lhe caberia” (Anthony Lee Ash).
– Lembrar da mensagem à Igreja de Esmirna: “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2.10).

VII.) Devemos escolher a quem vamos servir, se a Deus ou se ao dinheiro – v. 13
– Trabalhar é lícito, ganhar dinheiro de forma honesta também é lícito. No entanto, precisamos tomar cuidado para que o dinheiro não se torne um deus em nossas vidas.
– “A natureza de mamom (riqueza), muito frequentemente, é que ela tende a tornar-se senhora do homem. Deus enfrenta assim um competidor, e esta competição pode destruir o verdadeiro discipulado” (Anthony Lee Ash).

Pr Ronaldo Guedes Beserra – SP, 30/06 e 01/07/2018.

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Rivalidades e seus Perigos

Texto: Obadias

Introdução
– Esaú e Jacó eram irmãos (Gn 25.23,30).
– Edomitas (descendentes de Esaú) e Israelitas (descendentes de Jacó) eram povos irmãos.
– Rivalidade cresceu entre ambos os povos desde os tempos de seus pais.
– Em Obadias Deus traz uma Palavra de juízo para os Edomitas. Tal Palavra traz alguns ensinos preciosos para nós. Vejamos:

I.) Jamais permita que a soberba engane o seu coração – v. 3
– Edomitas pensaram que jamais seriam abatidos por causa da cidade fortificada nas rochas onde habitavam.
– Cuidado com a arrogância, autossuficiência.
– Pv 11.2; 16.18; 29.23; ler Is 14.12-15 – Soberba foi o motivo da queda de Satanás.

II.) Jamais se alie àqueles que oprimem o seu irmão – v. 11
– Edomitas se aliaram aos babilônios para oprimirem a Judá.

III.) Jamais tenha prazer, nem se alegre e nem fale de boca cheia quando seu irmão estiver enfrentando calamidades ou angústias – v. 12
– Foi o que fizeram os Edomitas ao verem o sofrimento dos judeus.
– Ex. Davi não se alegrou com a morte de Saul
– Pv 24.17,18

IV.) Jamais tire proveito de seu irmão quando este estiver passando por momentos de calamidade – v. 13
– Edomitas entraram pela porta, lançaram mão dos bens e pilharam os judeus.

V.) Jamais bloqueie o caminho de seus irmãos quando buscam escapar; jamais os entreguem aos inimigos deles em seus momentos de angústia – v. 14
– Regra de Ouro, Mateus 7.12: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles”

Conclusão
Por que jamais devemos fazer estas coisas?
1. Porque Deus abate os soberbos – v. 4
2. Porque aqueles aos quais você se aliar contra o seu irmão podem se voltar contra você – v. 7
3. Porque ao agir assim você estará agindo sem entendimento, sem sabedoria – v. 7 d, 8.
4. Porque você ficará envergonhado e será punido – v. 10
5. Porque o que semearmos iremos colher – v. 15,16
6. Porque Deus pode te abater e restaurar aquele a quem você desprezou – v. 17
7. Porque Deus pode tirar o que você possui e dar àquele que você perseguiu – v. 19 a

Pr Ronaldo Guedes Beserra, SP 04.11.2017.

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Sintomas do Esfriamento Espiritual

Texto: Ap 2.4

Introdução
– Contar sobre quando apareceram os primeiros sintomas de diabetes
– Existe uma doença espiritual muito perigosa, cujo nome é esfriamento.
– A Bíblia nos fala de quais são os sintomas dessa ameaçadora enfermidade espiritual

I.) Relaxamento das práticas devocionais
– Período devocional é o tempo diário que o cristão deve observar de oração, leitura e meditação nas Escrituras.
– Dn 6.10 mostra o segredo do êxito de Daniel em uma cultura totalmente pagã: oração incessante (ler 1 Ts 5.17).
– Sl 1.1-3 fala dos benefícios da leitura e meditação constante nas Escrituras.
– “Nunca permitas, sob qualquer circunstância, que passe um dia sequer sem que tenhas no mínimo uma hora para a sua vida devocional” (John Wesley).

II.) Relaxamento no servir/serviço a Deus
– Esfriamento na presença nos cultos e no trabalho através de dons e ministérios.
– Hb 10.25 nos orienta a não deixarmos de congregar como infelizmente é costume de alguns.
– Se na segunda-feira as pessoas pudessem dar aos seus patrões as mesmas justificativas que dão para não irem a um culto no domingo, então, me parece que o motivo da ausência no culto tenha sido, de fato, justo. Caso contrário, talvez tais justificativas não tenham passado de uma boa desculpa!
– Abandono do primeiro amor – Ap 2.4, Mt 24.12
– Quanto ao trabalho na obra de Deus:
– Rm 12.11: “No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor”.
– Ef 6.6,7: “não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens”.
– O nosso padrão de servo deve ser o Senhor Jesus Cristo!

III.) Colocar Deus em segundo plano
– Era o que estava acontecendo nos dias do profeta Ageu: Ag 1.4-11
– Mt 6.24,33: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro […] buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.

IV.) Concessão ao pecado
– Livro “Cinco Votos para Obter Poder Espiritual” de A. W. Tozer ensina o seguinte:
– Primeiro Voto: Trate Seriamente com o Pecado
> O pecado tem sido disfarçado aparecendo com novos nomes e caras.
> O pecado é ainda o mesmo antigo inimigo da alma.
> Todo pecado conhecido deve ser nomeado, identificado e repudiado; devemos confiar em Deus para nos libertar dele, para que não exista qualquer pecado consciente, deliberado em qualquer parte de nossa vida.
> Rm 6.1,2,11-13,15,16.
> O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado (1 Jo 1.9). Em lugar de tentar disfarçar o pecado chame-o por seu nome correto e livre-se dele pela graça de Deus.

Pr Ronaldo Guedes Beserra – SP, 03.12.2017

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