Características da Pregação Neotestamentária

1. Tem base Escriturística – At 2.17-21,25-28,34,35
2. Cristocêntrica – At 2.22
3. Reconhece a Soberania de Deus – At 2. 23
4. Confrontativa, Ungida (Coragem) – At 2.23,36
5. Enfatiza a morte de Cristo – At 2.23
6. Enfatiza a ressurreição de Cristo – At 2.24-32; 1 Co 15
7. Enfatiza a exaltação de Cristo – At 2.33
8. Revela Jesus como doador do Espírito Santo – At 2.33; Jo 16.7
9. Proclama Jesus como Senhor – At 2.36
10. Proclama Jesus como Cristo – At 2.36
11. Chama ao arrependimento – At 2.38
12. Enfatiza a ordenança do Batismo-At 2.38
13. Enfatiza o perdão dos pecados como resultado do arrependimento – At 2.38
14. Enfatiza a promessa do Espírito Santo para os que se arrependem e creem – At 2.38,39
15. Inclui um chamado à Santificação – At 2.40
16. Focaliza o Reino de Deus (não pessoas ou igrejas) – At 28.31; Lc 8.1, 9.2
17. Realizada no Poder do Espirito Santo – 1 Co 2.1-5
18. Enfatiza a salvação pela fé e não por obras – At 13.39; Gl 3.1-11; Ef 2.8,9
19. Toda Glória deve ser remetida a Deus em Cristo – At 3.12,13
20. Reconhece que parte da revelação de Deus se deu através da História de Israel – Hb 1.1-4
21. É dirigida a todos, indistintamente – Mc 16.15; At 10.28,34
22. Inclui a possibilidade de salvação ou de perdição – Mc 16.16; Jo 3.16
23. Deve ser coerente com a prática — 1 Co 9.24-27
24. Deve incluir insistência, admoestação, repreensão, exortação e ensino – 2 Tm 4.1,2
25. Encontra um ponto de contato – At 17.22-31
26. Enfatiza o poder que há no nome de Jesus – At 3.16, 4.10
27. Reconhece Jesus como único meio de salvação – At 4.12.
28. Tem com alvo levar as pessoas a crerem e confessarem Jesus como Senhor – Rm 10.9-13
29. Deve ser pregada a todas as pessoas em todos os lugares – Rm 10.14,15
30. O Espírito Santo usa a pregação para gerar fé nos corações – Rm 10.16,17

Pr Ronaldo Guedes Beserra.

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Como se deve fazer a obra do Senhor?

Texto: 1 Co 15.58

1. A obra do Senhor se deve fazer com firmeza
– Sede firmes.
– Sólido, estável; Resistente, compacto; Resoluto, que não hesita ou vacila; Constante, inabalável, perseverante.
– Temos sido firmes na realização da obra de Deus?

2. A obra do Senhor se deve fazer com constância
– Sede … inabaláveis (ARA)
– Sentido no original: irremovível, que não pode ser mudado de seu lugar.
– Não podemos ser inconstantes como Israel – Os 6.4
– Temos sido inabaláveis, ou temos nos abalado facilmente? Temos sido constantes ou inconstantes?

3. A obra do Senhor se deve fazer com abundância
– Sempre abundantes, não de vez em quando.
– Abundar: Produzir em grande quantidade.
– Temos sido sempre abundantes? Nossa produção tem sido grande ou pequena?

4. A obra do Senhor se deve fazer com esforço
– Vosso trabalho, no original pode ser traduzido por ‘vosso esforço’.
– Ler Ec 9.10; Rm 12.11
– Temos nos esforçado na realização da obra de Deus?

5. A obra do Senhor se deve fazer com a consciência de que teremos recompensa pelo nosso trabalho
– No Senhor o vosso trabalho não é vão, vazio.
– Ler 1 Co 3.11-15 – Os galardões serão dados de acordo com o tipo de material usado na realização da obra de Deus.

Pr Ronaldo Guedes Beserra

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Um Verdadeiro Servo

Texto: João 13.1-17

Introdução
– Ef 6.6 – “não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus”; Nosso objetivo como servos não deve ser o de agradar a homens, mas agradar a Deus.
– Jesus é o maior exemplo de servo que agradou ao Pai; é o Servo por excelência – Is 53; Mt 20.28; Fp 2.5-8.

Transição
– João 13 é uma das passagens mais emblemáticas (simbólicas) de Jesus como Servo. Aqui, de forma bastante prática, Jesus é apresentado como Servo.
– A partir do exemplo de Jesus como Servo, o texto nos mostra alguns ensinamentos a respeito de um verdadeiro servo.

I.) O verdadeiro servo ama até o fim – v. 1
– Para servir é necessário muito amor!
– Ler 1 Co 13.4-8 e comentar.
– Como servos temos amado aqueles a quem servimos? E amado até o fim?

II.) O verdadeiro servo pode ser traído por alguns daqueles a quem serve – v. 2
– Jesus seria traído por Judas, pois o diabo havia colocado esse desejo maligno no coração de Judas. Portanto, nosso trabalho como servos está envolvido em intensa luta espiritual.
– Mesmo sabendo que está sendo traído, o servo deve continuar disposto a servir o traidor; Jesus também lavou os pés de Judas!
– Traições podem acontecer, e isso pode até nos angustiar, mas não deve nos tirar de nosso objetivo (v. 21).

III.) O verdadeiro servo tem consciência de quem lhe deu autoridade, e tem segurança da sua identidade – v. 3
– O servo sabe que sua autoridade vem de Deus, ainda que por meio das autoridades eclesiásticas. Portanto, a sua responsabilidade é antes para com Deus, do que para com os líderes da igreja. Em última instância, o servo deve prestar contas a Deus. O seu serviço está sendo feito para Deus. Ao servir pessoas, na verdade ele está servindo a Deus!
– Se Deus, e não o nosso líder, nos pedir conta hoje do nosso trabalho, o que responderemos?
– Jesus tinha “plena consciência de sua divindade e messiado”. (Pack). Ou seja, Ele tinha segurança de Sua identidade; não precisava ficar se comparando com os outros!
– Quem está seguro do seu valor pessoal, e do seu lugar no corpo de Cristo, não precisa ficar se comparando com outras pessoas, seja para se engrandecer, seja para se depreciar!
– Você tem se comparado muito com outros servos? Isso não pode ser sinal de insegurança pessoal?

IV.) O verdadeiro servo se dispõe a fazer o serviço mais vil – v. 4,5
– “Ele se veste como um empregado da casa e pratica a tarefa de um empregado” (F. F. Bruce, referindo-se a Jesus).
– Diante da intensa competição que havia entre eles, Jesus lhes deu um grande exemplo (ver Lc 22.24-27).
– As pessoas brigam por cargos na igreja, mas geralmente não se dispõem para ir aos asilos, orfanatos, hospitais, clinicas de recuperação, etc.
– As pessoas brigam para participar de ministérios que mais aparecem, mas não brigam para limpar banheiros e para olhar os carros na parte externa do templo.
– Estamos dispostos a fazer o trabalho mais vil? Jesus o fez!

V.) O verdadeiro servo pode encontrar resistência ao servir; no entanto deve contornar tal resistência com sabedoria e completar a tarefa – v. 6-9
– Pedro tentou resistir; Jesus sabiamente lhe convenceu a ser servido!
– Você tem encontrado resistência em sua função e em seu desejo de servir? Haja com sabedoria e cumpra a sua tarefa!

VI.) O verdadeiro servo é uma pessoa de discernimento – v. 10,11.
– Discernimento para ensinar verdades espirituais, e discernimento para conhecer as pessoas com as quais convive.
– Um servo não precisa necessariamente ser uma pessoa sem discernimento; deve se aplicar no aprendizado das coisas espirituais, deve ser dirigido pelo Espírito Santo, deve aprender com as experiências da vida.
– Não se conforme em ser alguém sem preparo bíblico, espiritual, intelectual!
– Você tem tido discernimento como servo?

VII.) O verdadeiro servo ensina com palavras e pelo exemplo – v. 12-15
– Nesses versos Jesus ensina com palavras o que já havia ensinado com Seu exemplo prático!
– Jesus foi um especialista em abrir as janelas da mente dos discípulos; Ele instigava a inteligência deles, não só com palavras, mas também com atitudes!
– v. 14 – Devemos lavar os pés uns dos outros! Temos feito isso? Temos sido servos uns dos outros?
– v. 15 – Devemos imitar o Mestre! Temos feito isso? Temos sido seus imitadores?

Conclusão
– Destacar os vs. 16,17.
– v. 16 – O servo não é maior que o seu senhor, ou seja, se o senhor serve, os servos também devem servir!
– v. 17 – Bem-aventurados, felizes sereis se praticardes estas coisas!

Pr Ronaldo Guedes Beserra – SP, 25.08.2017.

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Abraão: Uma Jornada de Fé

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Evangelização — A missão máxima da Igreja

“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15).

A igreja de Cristo não pode enclausurar-se dentro dos templos, mas deve cumprir a sua missão por toda parte, onde estão os pecadores.

Mateus 28.19,20; Marcos 16.15-18.

INTRODUÇÃO

Evangelização: É o esforço conjunto e contínuo da igreja para anunciar o evangelho de Cristo aos pecadores.

O progresso de uma igreja local não pode ser medido ou avaliado primeiramente por suas atividades filantrópicas, educacionais e materiais. O progresso real de uma igreja é avaliado por seu alcance evangelístico, juntamente com seus frutos espirituais, como resultado da semeadura da Palavra de Deus. Todas as demais atividades são importantes, mas a prioritária e incessante é a evangelização.

I. DEFINIÇÃO DE TERMOS

Existem três palavras interligadas na proclamação das Boas-Novas que merecem a nossa atenção: evangelho, evangelismo e evangelização. Estas definem e explicam a missão máxima da igreja na terra.

1. Evangelho (Mc 16.15). Só entenderemos a importância da missão evangelizadora da igreja compreendendo o significado de evangelho. O que é evangelho? No sentido mais simples, o evangelho é definido como “boas-novas de salvação em Cristo”. Noutras palavras, “evangelho” é o conteúdo da revelação de Deus, em Jesus como Salvador e Senhor de todas as criaturas que o aceitam como seu Salvador pessoal. Evangelho, portanto, é o conjunto das doutrinas da fé cristã que deve ser anunciado a toda criatura.

2. Evangelização. Mateus 28.19,20 apresenta o imperativo evangelístico de Cristo à sua igreja, com quatro determinações verbais:
a) Ir. No sentido de mover-se ao encontro das pessoas, a fim de comunicar a mensagem salvífica do evangelho;
b) Fazer discípulos. Com o sentido de “estar com” as pessoas e torná-las seguidoras de Cristo;
c) Batizar. É o ato físico que confirma o novo discípulo pela sua confissão pública de que Jesus Cristo é o seu Salvador e Senhor;
d) Ensinar as doutrinas da Bíblia, com o objetivo de aperfeiçoar e preparar o discípulo para a sua jornada na vida cristã.

3. Evangelismo. Possui um caráter técnico, pois se propõe a ensinar o cristão a cumprir, de modo eficaz, a tarefa da evangelização. O evangelismo na igreja local implica uma ação organizada e ativada pelos membros, para desenvolver três ações necessárias à pessoa do evangelista: informação, persuasão e integração do novo convertido.

Evangelho, evangelização e evangelismo distinguem-se quanto à prática, mas possuem as mesmas formações linguísticas. Evangelização é o anúncio da mensagem. Evangelismo é a técnica de comunicação da mensagem.

II. A BASE DA EVANGELIZAÇÃO

O Pastor Guilhermo Cook, da Costa Rica, declarou num congresso de missões que a tarefa da evangelização está firmada em três bases distintas: a base cristológica, a ministerial e a sociológica.

1. A base cristológica. É evidente que a mensagem que pregamos aos pecadores só pode ser a mesma que Cristo pregou quando esteve na Terra. Jesus, ao iniciar o seu ministério terreno, o fez a partir da cidade de Nazaré, quando entrou numa sinagoga e levantou-se para ler a Escritura. Foi-lhe dado o livro do profeta Isaías e, ao abri-lo, leu e explicou o texto de Isaías 61.1,2 (ver Lc 4.18,19). Nesta Escritura, Cristo se identificou com a missão para a qual viera (Jo 1.14), mas não restringiu a mensagem e a missão evangelizadora para si, pois outorgou-as a seus discípulos (Jo 20.21). Ora, o mesmo Espírito que ungiu a Jesus para proclamar as boas-novas habita na Igreja para que ela dê continuidade à proclamação da mensagem salvadora do evangelho de Cristo (Lc 24.49; At 1.8; Rm 1.16).

2. A base ministerial. No Antigo Testamento identificamos três ministérios distintos: o sacerdotal, o real e o profético.
a) O sacerdote representava o povo diante de Deus, orando e intercedendo por ele no exercício do ministério no Tabernáculo ou no Templo;
b) O rei representava a Deus perante o povo, e simbolizava o domínio do divino sobre o humano;
c) O profeta era o intermediário entre Deus e o povo, comunicando a mensagem de amor e de juízo.
Quando Jesus se fez homem, exerceu esse tríplice ministério. Como rei, nasceu da linhagem real de Davi (Lc 1.32; Rm 1.3). Como sacerdote, foi declarado sacerdote de acordo com a ordem de Melquisedeque, e não segundo a levítica (Hb 7.11-17,21-27). Como profeta, Cristo foi identificado pela mensagem que pregava (Lc 4.18,19). Porém, o Senhor Jesus transferiu para a igreja esse tríplice ministério. A igreja é vinculada à linhagem real de Jesus, porque somos o seu corpo glorioso na terra (Ap 1.6; 1 Co 12.27). O sacerdócio da igreja é identificado pela sua presença no mundo como intermediária entre Deus e os homens. Exercemos esse ministério, cumprindo as responsabilidades sacerdotais: interceder e reconciliar o mundo com Deus (2 Co 5.18,19; Hb 2.17). E, por último, a igreja, ao anunciar a Cristo como Senhor e Salvador, cumpre o seu papel profético (1 Pe 2.9; At 1.8).

3. A base sociológica. Em síntese, pessoas evangelizam pessoas, pois Jesus morreu pelos pecadores. É sociológica porque a igreja emprega os meios da comunicação pessoal para persuadir os indivíduos de que Jesus é o Salvador; e porque a mensagem não se restringe a um grupo, mas tem por objetivo alcançar todas as criaturas.

Os três pilares, que alicerçam a evangelização – cristológico, ministerial e sociológico – descrevem os fundamentos por meio dos quais as igrejas locais realizam a missão evangelizadora.

III. A EVANGELIZAÇÃO URBANA E A TRANSCULTURAL

1. Evangelização urbana. Sem prescindir da evangelização nos meios rurais, é um fato notório em nossos tempos que a vida urbana é uma realidade que desafia e exige da igreja uma pronta e veemente atitude para alcançá-la. Existe um fluxo migratório incontrolável de pessoas que deixam a vida rural e saem em busca de melhores oportunidades nas grandes cidades. Muitos problemas sociais resultam da desorganização da vida urbana, e a igreja deve estar preparada para responder a esses dilemas.
Estratégias adequadas devem ser desenvolvidas para alcançar as pessoas. Os problemas típicos da vida urbana, tais quais a diversidade cultural, a marginalização social, o materialismo, a invasão das seitas e as tendências sociais, desafiam a igreja no sentido de, sem afetar a essência da mensagem do evangelho, demonstrar o poder da Palavra de Deus que transforma e dá esperança a todos (Rm 1.16).

2. Evangelização transcultural. A evangelização transcultural começa na vida urbana com as diferentes culturas vividas pelos seus habitantes. Porém, ela avança quando requer dos missionários uma capacitação especial para alcançar as pessoas. É preciso que o missionário tenha uma visão nítida de que a mensagem do evangelho é global, pois o Cristianismo deve alcançar cada tribo, e língua, e povo, e nação até as extremidades da terra (Is 49.6; At 13.47).

A missão evangelizadora da igreja é local e global. Enquanto a evangelização local é intracultural (dentro da cultura do evangelista), a global é transcultural (fora da cultura do evangelista).

CONCLUSÃO

A mensagem do evangelho deve ir a todas as extremidades da Terra, porque a salvação que Cristo consumou no Calvário visa a toda a humanidade. A igreja não pode negligenciar sua missão principal: alcançar todos os povos com a mensagem do evangelho.

VOCABULÁRIO

Cristológico: Relativo a Cristo; fundamentado em Cristo.
Filantrópico: Relativo à filantropia; amor à humanidade; obras de caridade.
Imperativo: Que ordena, ou exprime uma ordem.
Migração: Mudar periodicamente, ou passar de uma região para outra.
Prescindir: Renunciar; abrir mão de; dispensar.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

COLEMAN, R. Plano mestre de evangelismo pessoal. RJ: CPAD, 2001.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO

Subsídio Devocional

“Renovando e Alcançando Pessoas
Precisamos começar perguntando mais uma vez: Qual a nossa missão como igreja? A resposta está em reconhecer que somos o corpo de Cristo. Portanto, devíamos estar fazendo o que Ele fez na terra. A evangelização do mundo, portanto, tem de ser a missão, o objetivo norteador da Igreja, pois era a meta central de nosso Senhor — a única razão pela qual o Filho eterno, despojando-se de suas vestes de glória, assumiu nossa forma. Ele veio para ‘buscar e salvar o que se havia perdido’ (Lc 19.10) — ‘não veio para ser servido, mas para servir; e para dar a sua vida em resgate de muitos’ (Mt 20.28).
Uma senhora, num grupo de turistas que visitava o Mosteiro de Westminster, pinçou exatamente o problema. Voltando-se para o guia, perguntou-lhe: ‘Moço, moço! Pare um pouco essa conversa, e me responda: será que alguém foi salvo aqui por esses dias?’.
Um estranho silêncio recaiu sobre o grupo de turistas assustados e, quem sabe, já embaraçados. Salvo no Mosteiro de Westminster? Por que não? Não é essa a função da igreja? Uma igreja que esteja descobrindo o entusiasmo do avivamento saberá disso, e estará em atividade, procurando ganhar os perdidos. O avivamento e a evangelização, embora diferentes quanto à natureza, brotam da mesma fonte e fluem juntos. Uma igreja que não sai para o mundo anunciando as verdades do reino não reconheceria o avivamento, mesmo que este viesse”.
(COLEMAN, R. Como avivar a sua igreja. 15.ed., RJ: CPAD, 2005, p. 87-88.)

APLICAÇÃO PESSOAL

A Igreja não foi edificada por Cristo para construir escolas, fundar hospitais ou assumir cargos políticos, por mais dignas que sejam tais realizações, mas para cumprir com o mandato de “ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15). Quando os crentes prescindem da evangelização, não resta mais nada a igreja do que ser uma associação religiosa em busca de privilégios e reconhecimento social. Somente um poderoso reavivamento na vida dos crentes será capaz de transformar uma igreja apática quanto à evangelização em uma comunidade rediviva. Cada crente deve envolver-se com a evangelização dos pecadores. Cada cristão deve ser uma fiel testemunha de Cristo.

Fonte: Lições Bíblicas, Elienai Cabral, CPAD.

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Evangelismo

A igreja existe comunicar a Palavra de Deus. Somos embaixadores de Cristo e nossa missão é evangelizar o mundo. A palavra ir na Grande Comissão, no original grego, deve ser lida como “enquanto você está indo”. E responsabilidade de cada crente compartilhar as boas novas em qualquer lugar que vá. Devemos falar para to mundo que Cristo veio, morreu na cruz, ressuscitou e nos prometeu que voltaria. Um dia, cada um de nós prestará contas a Deus sobre o nosso posicionamento diante desta responsabilidade.

A missão do evangelismo é tão importante que Jesus nos deu cinco Grandes Comissões (Mt 28:19-20, Mc 16:15, Lc 24:47-49, Jo 20.21 e At 1:8). Jesus nos ordena a ir e falar para o mundo a mensagem da salvação.

Evangelismo é mais do que responsabilidade, é um grande privilégio. Somos convidados a participar, trazendo pessoas para a família eterna de Deus. Não conheço uma causa mais importante à qual alguém possa dedicar sua vida. Se você soubesse como curar o câncer, estou certo de que faria tudo que pudesse para compartilhar isso com os outros, pois isto salvaria milhões de vidas. Mas você já sabe de algo bem melhor: a você foi dado o evangelho da vida eterna para ser propagado. Existe notícia melhor que essa?

Enquanto houver uma pessoa no mundo que não conhece a Cristo, a igreja tem o mandamento de continuar crescendo. O crescimento não é algo opcional, é uma ordem de Jesus. Nós levemos buscar o crescimento da igreja para o nosso próprio benefício, mas sim porque Deus quer que as pessoas sejam salvas.

Fonte: Uma igreja com propósitos, Rick Warren, Editora Vida.

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O significado da evangelização

A evangelização está principalmente relacionada com o crescimento por conversão. Em segundo lugar, tem alguma relação com o crescimento biológico porque, na realidade, os filhos dos crentes precisam ser evangelizados. O crescimento por transferência, porém, não é preocupação propriamente dita da evangelização.

Não fui capaz de melhorar o que é conhecido como a “definição dos arcebispos”, formulada por um grupo de arcebispos anglicanos. Essa definição declara:

“Evangelizar é de tal maneira apresentar a Cristo Jesus no poder do Espírito Santo, que homens e mulheres venham a confiar em Deus através dEle, aceitando-O como Salvador e servindo-O como Rei, dentro da comunhão de Sua igreja”.

No final dos anos 70 […] John Stott veio com esta definição de evangelização […] e esta se tornou a definição oficial do Comitê de Lausanne:

“A natureza do evangelismo é comunicação das Boas Novas. O propósito do evangelismo é oferecer às pessoas uma oportunidade válida de aceitar Jesus Cristo. O alvo do evangelismo é persuadir homens e mulheres a aceitarem Jesus Cristo como Senhor e Salvador, servindo-O dentro da comunhão de Sua igreja”.

Fonte: Estratégias para o crescimento da igreja: princípios bíblicos e métodos práticos para uma evangelização eficaz, Peter Wagner, Editora Sepal.

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