Um Verdadeiro Servo

Texto: João 13.1-17

Introdução
– Ef 6.6 – “não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus”; Nosso objetivo como servos não deve ser o de agradar a homens, mas agradar a Deus.
– Jesus é o maior exemplo de servo que agradou ao Pai; é o Servo por excelência – Is 53; Mt 20.28; Fp 2.5-8.

Transição
– João 13 é uma das passagens mais emblemáticas (simbólicas) de Jesus como Servo. Aqui, de forma bastante prática, Jesus é apresentado como Servo.
– A partir do exemplo de Jesus como Servo, o texto nos mostra alguns ensinamentos a respeito de um verdadeiro servo.

I.) O verdadeiro servo ama até o fim – v. 1
– Para servir é necessário muito amor!
– Ler 1 Co 13.4-8 e comentar.
– Como servos temos amado aqueles a quem servimos? E amado até o fim?

II.) O verdadeiro servo pode ser traído por alguns daqueles a quem serve – v. 2
– Jesus seria traído por Judas, pois o diabo havia colocado esse desejo maligno no coração de Judas. Portanto, nosso trabalho como servos está envolvido em intensa luta espiritual.
– Mesmo sabendo que está sendo traído, o servo deve continuar disposto a servir o traidor; Jesus também lavou os pés de Judas!
– Traições podem acontecer, e isso pode até nos angustiar, mas não deve nos tirar de nosso objetivo (v. 21).

III.) O verdadeiro servo tem consciência de quem lhe deu autoridade, e tem segurança da sua identidade – v. 3
– O servo sabe que sua autoridade vem de Deus, ainda que por meio das autoridades eclesiásticas. Portanto, a sua responsabilidade é antes para com Deus, do que para com os líderes da igreja. Em última instância, o servo deve prestar contas a Deus. O seu serviço está sendo feito para Deus. Ao servir pessoas, na verdade ele está servindo a Deus!
– Se Deus, e não o nosso líder, nos pedir conta hoje do nosso trabalho, o que responderemos?
– Jesus tinha “plena consciência de sua divindade e messiado”. (Pack). Ou seja, Ele tinha segurança de Sua identidade; não precisava ficar se comparando com os outros!
– Quem está seguro do seu valor pessoal, e do seu lugar no corpo de Cristo, não precisa ficar se comparando com outras pessoas, seja para se engrandecer, seja para se depreciar!
– Você tem se comparado muito com outros servos? Isso não pode ser sinal de insegurança pessoal?

IV.) O verdadeiro servo se dispõe a fazer o serviço mais vil – v. 4,5
– “Ele se veste como um empregado da casa e pratica a tarefa de um empregado” (F. F. Bruce, referindo-se a Jesus).
– Diante da intensa competição que havia entre eles, Jesus lhes deu um grande exemplo (ver Lc 22.24-27).
– As pessoas brigam por cargos na igreja, mas geralmente não se dispõem para ir aos asilos, orfanatos, hospitais, clinicas de recuperação, etc.
– As pessoas brigam para participar de ministérios que mais aparecem, mas não brigam para limpar banheiros e para olhar os carros na parte externa do templo.
– Estamos dispostos a fazer o trabalho mais vil? Jesus o fez!

V.) O verdadeiro servo pode encontrar resistência ao servir; no entanto deve contornar tal resistência com sabedoria e completar a tarefa – v. 6-9
– Pedro tentou resistir; Jesus sabiamente lhe convenceu a ser servido!
– Você tem encontrado resistência em sua função e em seu desejo de servir? Haja com sabedoria e cumpra a sua tarefa!

VI.) O verdadeiro servo é uma pessoa de discernimento – v. 10,11.
– Discernimento para ensinar verdades espirituais, e discernimento para conhecer as pessoas com as quais convive.
– Um servo não precisa necessariamente ser uma pessoa sem discernimento; deve se aplicar no aprendizado das coisas espirituais, deve ser dirigido pelo Espírito Santo, deve aprender com as experiências da vida.
– Não se conforme em ser alguém sem preparo bíblico, espiritual, intelectual!
– Você tem tido discernimento como servo?

VII.) O verdadeiro servo ensina com palavras e pelo exemplo – v. 12-15
– Nesses versos Jesus ensina com palavras o que já havia ensinado com Seu exemplo prático!
– Jesus foi um especialista em abrir as janelas da mente dos discípulos; Ele instigava a inteligência deles, não só com palavras, mas também com atitudes!
– v. 14 – Devemos lavar os pés uns dos outros! Temos feito isso? Temos sido servos uns dos outros?
– v. 15 – Devemos imitar o Mestre! Temos feito isso? Temos sido seus imitadores?

Conclusão
– Destacar os vs. 16,17.
– v. 16 – O servo não é maior que o seu senhor, ou seja, se o senhor serve, os servos também devem servir!
– v. 17 – Bem-aventurados, felizes sereis se praticardes estas coisas!

Pr Ronaldo Guedes Beserra – SP, 25.08.2017.

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