Os Aspectos Subjetivos da Salvação (Chamado Eficaz, Conversão e Regeneração)

20h4u9gO Chamado Eficaz

Evidencia-se pelas Escrituras que existe um chamado geral para a salvação, um convite estendido a todas as pessoas (Mt 11.28). Quando Jesus disse: “Muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt 22.14), é provável que estivesse fazendo referência ao convite universal de Deus. Mas note aqui a distinção entre chamados e escolhidos. Os que são escolhidos são os objetos do chamado especial ou eficaz de Deus. Por chamado especial entende-se que Deus atua de forma particularmente eficaz com os eleitos, dando-lhes condições de reagir com arrependimento e fé, e fazendo com que de fato assim reajam. As circunstâncias do chamado especial podem variar amplamente. Vemos Jesus lançando convites especiais aos que vieram a formar o círculo fechado de discípulos (Mt 4.18-22; Mc 1.16-20; Jo 1.35-51). Ele destacou Zaqueu para lhe dar atenção especial (Lc 19.1-10). Vemos outra intervenção dramática de Deus na conversão de Saulo (At 9.1-19). Às vezes, seu chamado assume uma forma mais tranquila (At 16.14). O chamado especial é, em grande medida, a obra de iluminação do Espírito Santo, dando ao receptor a capacidade de compreender o verdadeiro significado do evangelho (ERICKSON, 1997).

A Conversão

O primeiro passo da vida cristã é chamado conversão. É o ato de deixar o pecado em arrependimento e voltar-se para Cristo em fé (Ez 18.30-32; Ef 5.14). A conversão é um ato único que possui dois aspectos distintos mas inseparáveis: o arrependimento e a fé. Arrependimento é o ato de o incrédulo dar as costas para o pecado, e fé, seu ato de voltar-se para Cristo. Em certo sentido, um é incompleto sem o outro, e um é motivado pelo outro. As Escrituras não nos especificam a quantidade de tempo implicada na conversão. Em algumas ocasiões (ex. Pentecostes) parece ter ocorrido uma decisão cataclísmica, com a mudança acontecendo praticamente em segundos. Para algumas pessoas, porém, a conversão foi mais um processo (ex. Nicodemos; veja Jo 19.39). De modo semelhante, as reações emocionais que acompanham a conversão podem variar em muitos aspectos. A conversão de Lídia a Cristo parece ter sido muito simples e calma quanto à natureza (At 16.14). Por outro lado, uns poucos versículos adiante, lemos sobre o carcereiro filipense que, tremendo, clamou: “Que devo fazer para ser salvo?” (v. 30). As experiências de conversão deles foram muito diferentes, mas o resultado final foi o mesmo. É importante não exigir que os incidentes ou os fatores externos da conversão sejam idênticos para todos. É importante também fazer distinção entre conversão e conversões. Só existe um grande ponto na vida em que o indivíduo volta-se para Cristo em resposta à sua oferta de salvação. Pode haver outros pontos em que os crentes precisem abandonar determinada prática ou crença para não retornar à vida de pecado. Esses eventos, porém, são secundários, reafirmações daquele grande passo já dado. Diríamos que podem ocorrer muitas conversões na vida cristã, mas apenas uma Conversão (ERICKSON, 1997).

Como se distingue conversão de salvação? A conversão descreve o lado humano da salvação. Por exemplo: observa-se que um pecador, bêbado notório, não bebe mais, nem joga, nem frequenta lugares suspeitos; ele odeia as coisas que antes amava e ama as coisas que outrora odiava. Seus amigos dizem: “Ele está convertido; mudou de vida.” Essas pessoas estão descrevendo o que aparece, isto é, o lado humano do fato. Mas, do lado divino, diríamos que Deus perdoou o pecado do pecador e lhe deu um novo coração.
Mas isso significa que a conversão seja inteiramente uma questão de esforço humano? Como a fé e o arrependimento estão inclusos na conversão, a conversão é uma atividade humana; mas ao mesmo tempo é um efeito sobrenatural sendo ela a reação por parte do homem ante o poder atrativo da graça de Deus e da sua Palavra. Portanto, a conversão é o resultado da cooperação das atividades divinas e humanas. “Assim também operai a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar segundo a sua boa vontade” (Fp 2.12,13). As seguintes passagens referem-se ao lado divino da conversão: Jr 31.18; At 3.26. E estas outras referem-se ao lado humano: Atos 3.19; 11.18; Ez 33.11 (PEARLMAN, 1992).

O Arrependimento

É o abandono ou o repúdio do pecado. Baseia-se num sentimento piedoso de pesar pelo mal que fizemos. Salienta a importância de uma separação moral consciente, a necessidade de abandonar o pecado e de ter comunhão com Deus (At 2.38). Não podemos deixar de nos impressionar com a importância do arrependimento como pré-requisito para a salvação. Ele não é opcional, mas indispensável. O fato de pessoas em muitas culturas diferentes serem instadas a se arrepender mostra que não é uma mensagem para umas poucas situações locais específicas. Antes, o arrependimento é uma parte essencial do evangelho cristão. Ele foi proeminente na pregação de João Batista e de Jesus (Mt 3.2, 4.17). E Paulo declarou em sua mensagem aos filósofos no Areópago: “Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam” (At 17.30). Esta última declaração é significativa por ser universal: “todos, em toda parte”. Não há dúvida, portanto, de que o arrependimento é parte inextirpável da mensagem do evangelho. O verdadeiro arrependimento é lamentar o pecado por causa do erro cometido contra Deus. Esse pesar é acompanhado de um desejo genuíno de abandonar tal pecado. A repetida insistência da Bíblia na necessidade do arrependimento é um argumento irrefutável contra o que se chama de “graça barata”. Não basta simplesmente crer em Jesus e aceitar a oferta da graça; é preciso que haja uma alteração real no interior da pessoa, Lc 9.23 (ERICKSON, 1997).

Que significa a expressão condições da salvação? Significa o que Deus exige do homem a quem ele aceita por causa de Cristo e a quem dispensa as bênçãos do Evangelho da graça. As Escrituras apresentam o arrependimento e a fé como condições da salvação; o batismo nas águas é mencionado como símbolo exterior da fé interior do convertido (Mc 16.16; At 22.16; 16.31; 2.38; 3.19). Abandonar o pecado e buscar a Deus são as condições e os preparativos para a salvação. Estritamente falando, não há mérito nem no arrependimento nem na fé; pois tudo quanto é necessário para a salvação já foi providenciado a favor do penitente. Pelo arrependimento o penitente remove os obstáculos à recepção do dom; pela fé ele aceita o dom. Mas, embora sejam obrigatórios o arrependimento e a fé, sendo mandamentos, é implícita a influência ajudadora do Espírito Santo. (Notem a expressão: “Deu Deus o arrependimento” At 11.18). A blasfêmia contra o Espírito Santo afasta o único que pode comover o coração e levá-lo à contrição. Por conseguinte, para tal pecado não há perdão. São a fé e o arrependimento apenas medidas preparatórias à salvação? Ambos acompanham o crente durante sua vida cristã; o arrependimento torna-se em zelo pela purificação da alma; e a fé opera pelo amor e continua a receber as coisas de Deus. De que maneira o Espírito Santo ajuda a pessoa a arrepender-se? Ele a ajuda aplicando a Palavra de Deus à consciência, comovendo o coração e fortalecendo o desejo de abandonar o pecado (PEARLMAN, 1992).

A Fé

O arrependimento é o aspecto negativo da conversão, o ato de abandonar o pecado; a fé é o aspecto positivo, o ato de se apossar das promessas e da obra de Cristo. A fé está bem no centro do evangelho, pois é o veículo pelo qual somos habilitados a receber a graça de Deus. Devemos notar que, embora tenhamos retratado a conversão como a resposta humana para a iniciativa divina, mesmo o arrependimento e a fé são dádivas de Deus. Jesus deixou muito claro que a convicção do pecado, que é pressuposta pelo arrependimento, é obra do Espírito Santo (Jo 16.8-11). Jesus também disse: “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.44). Assim, tanto o arrependimento como a fé são obras da graça de Deus na vida do que crê (ERICKSON, 1997).

Fé, no sentido bíblico, significa crer e confiar. É o assentimento do intelecto com o consentimento da vontade. Quanto ao intelecto, consiste na crença de certas verdades reveladas concernentes a Deus e a Cristo; quanto à vontade, consiste na aceitação dessas verdades como princípios diretrizes da vida. A fé intelectual não é o suficiente (Tg 2.19; At 8.13,21) para adquirir a salvação. É possível dar seu assentimento intelectual ao Evangelho sem, contudo, entregar-se a Cristo. A fé oriunda do coração é o essencial (Rm 10.9). Fé Intelectual significa reconhecer como verídicos os fatos do evangelho; fé provinda do coração significa a pronta dedicação da própria vida às obrigações implícitas nesses fatos. Fé, no sentido de confiança, implica também o elemento emocional. Por conseguinte, a fé que salva representa um ato da inteira personalidade, que envolve o intelecto, as emoções e a vontade. Seguida por certas preposições gregas a palavra “crer” exprime a ideia de repousar ou apoiar-se sobre um firme fundamento; é o sentido da palavra “crer” que se lê no Evangelho de João 3.16. Seguida por outra preposição, a palavra significa a confiança que faz unir a pessoa ao objeto de sua fé. Portanto, fé é o elo de conexão entre a alma e Cristo. A fé é atividade humana ou divina? O fato de que ao homem é ordenado crer implica capacidade e obrigação de crer. Todos os homens têm a capacidade de depositar sua confiança em alguém e em alguma coisa. Por exemplo: um deposita sua fé em riquezas, outro no homem, outro em amigos, etc. Quando a crença é depositada na palavra de Deus, e a confiança está em Deus e em Cristo, isso constitui fé que salva. Contudo, reconhecemos a graça do Espírito Santo, que ajuda, em cooperação com a Palavra, na produção dessa fé (Vide Jo 6.44; Rm 10.17; Gl 5.22; Hb 12.2). Que é então, a fé que salva? Eis algumas definições: “Fé em Cristo é graça salvadora pela qual o recebemos e nele confiamos inteiramente para receber a salvação conforme nos é oferecida no evangelho”; É o “ato exclusivamente do penitente, ajudado, de modo especial, pelo Espírito, e como descansando em Cristo”; “É ato ou hábito mental da parte do penitente, pelo qual, sob a influência da graça divina, a pessoa põe sua confiança em Cristo como seu único e todo suficiente Salvador”; “É uma firme confiança em que Cristo morreu pelos meus pecados, que ele me amou e deu-se a si mesmo por mim”; “É crer e confiar nos méritos de Cristo, e por cuja causa Deus está disposto a mostrar-nos misericórdia”; “É a fuga do pecador penitente para a misericórdia de Deus em Cristo”. Um dom tem que ser aceito. Qual é o instrumento que se apropria da justiça de Cristo? A resposta é: “pela fé em Jesus Cristo.” A fé é a mão, por assim dizer, que recebe o que Deus oferece. Esta fé é despertada no homem pela influência do Espírito Santo, em conexão com a Palavra. A fé lança mão da promessa divina e apropria-se da salvação. Ela conduz a alma ao descanso em Cristo como Salvador; concede paz à consciência; dá esperança consoladora do céu; é rica em boas obras. Não existe mérito nessa fé, como não cabem elogios ao mendigo que estende a mão para receber uma esmola. A fé se opõe às obras quando por obras entendemos boas obras que a pessoa faz com o intuito de merecer a salvação (Gl 3.11). Entretanto, uma fé viva produzirá obras (Tg 2.26), tal qual uma árvore viva produzirá frutos. A fé é justificada e aprovada pelas obras (Tg 2.18), assim como o estado de saúde das raízes duma boa árvore é indicado pelos frutos. A fé se aperfeiçoa pelas obras (Tg 2.22), assim como a flor se completa ao desabrochar. As obras são o resultado da fé, a prova da fé, e a consumação da fé. Imagina-se que haja contradição entre os ensinos de Paulo e de Tiago. O primeiro, aparentemente, teria ensinado que a pessoa é justificada pela fé, o ultimo que ela é justificada pelas obras. (Ver Rm 3.20 e Tg 2.14-16). Contudo, uma compreensão do sentido em que eles empregaram os termos, rapidamente fará desvanecer a suposta dificuldade. Paulo está recomendando uma fé viva que confia somente no Senhor; Tiago está denunciado uma fé morta e formal que representa, apenas, um consentimento mental. Paulo está rejeitando as obras mortas da lei, ou obras sem fé; Tiago está louvando as obras vivas que demonstram a vitalidade da fé. A justificação mencionada por Paulo refere-se ao início da vida cristã; Tiago usa a palavra com o significado de vida de obediência e santidade como evidência exterior da salvação. Paulo está combatendo o legalismo, ou a confiança nas obras como meio de salvação; Tiago está combatendo antinomianismo, ou seja, o ensino de que não importa qual seja a conduta da pessoa, uma vez que creia. Paulo e Tiago não são soldados lutando entre si; são soldados da mesma linha de combate, cada qual enfrentando inimigos que os atacam de direções opostas (PEARLMAN, 1992).

A Regeneração

A conversão diz respeito à nossa resposta à salvação e à aproximação que Deus oferece à humanidade. A regeneração é o outro lado da conversão. É obra de Deus. É a transformação que Deus opera nos indivíduos que creem, seu ato de conceder uma nova vitalidade e direção espiritual à vida deles quando aceitam a Cristo. A natureza humana necessita de transformação. O ser humano está espiritualmente morto e, portanto, precisa do novo nascimento. É necessária alguma mudança radical ou uma metamorfose, em lugar de uma simples modificação ou de um ajuste na pessoa (conversa de Jesus com Nicodemos em Jo 3). Regeneração implica algo novo, uma reversão total das tendências naturais da pessoa. Não é uma simples amplificação de características presentes, pois uma faceta da regeneração implica entregar à morte ou crucificar qualidades existentes. Implica uma neutralização dos efeitos do pecado. O novo nascimento é a restauração da natureza humana ao que se desejava originalmente e ao que era de fato antes de o pecado entrar na raça humana por ocasião da queda. Ele é ao mesmo tempo o início de uma nova vida e um retorno à vida e à atividade antiga. Parece que o novo nascimento é, em si, instantâneo. Nada nas descrições do novo nascimento dá a entender que seja um processo. A Escritura fala que os crentes “nascem de novo” ou “nasceram de novo”, não que “estão nascendo de novo” (Jo 1.12,13; 2 Co 5.17; Ef 2.1, 5, 6; Tg 1.18; 1 Pe 1.3, 23; 1 Jo 2.29; 5.1, 4). Embora talvez não seja possível determinar o momento exato do novo nascimento e possa haver toda uma série de antecedentes, parece que o novo nascimento em si é completamente instantâneo. Apesar de a regeneração se completar instantaneamente, não é um fim em si. É o início de um processo de crescimento que continua ao longo da vida: a santificação (Fp 1.6). O novo nascimento é uma ocorrência sobrenatural. Não é algo alcançado pelo esforço humano. É especialmente obra do Espírito Santo. Embora a salvação tenha sido planejada e originada pelo Pai e de fato concretizada pelo Filho, é o Espírito Santo quem a aplica à vida do que crê (ERICKSON, 1997).

A regeneração é o ato divino que concede ao penitente que crê uma vida nova e mais elevada mediante união pessoal com Cristo. O Novo Testamento assim descreve a regeneração: (a) Nascimento – Deus o pai é quem “gerou”, e o crente é “nascido” de Deus (1 Jo 5.1), “nascido do Espírito” (Jo 3.8), “nascido do alto” (tradução literal de João 3.3,7). Esses termos referem-se ao ato da graça criadora que faz do crente um filho de Deus; (b) Purificação – Deus nos salvou pela “lavagem (literalmente, lavatório ou banho) da regeneração” (Tt 3.5). A alma foi lavada completamente das imundícias da vida de outrora, recebendo novidade de vida, experiência simbolicamente expressa no ato de batismo (At 22.16); (c) Vivificação – Somos salvos não somente pela “lavagem da regeneração”, nas também pela “renovação do Espírito Santo” (Tt 3.5. Vide também Cl 3.10; Rm 12.2; Ef 4.23; Sl 51.10). A essência da regeneração é uma nova vida concedida por Deus Pai, mediante Jesus Cristo e pela operação do Espírito Santo; (d) Criação – Aquele que criou o homem no princípio e soprou em suas narinas o fôlego de vida, o recria pela operação do seu Espírito Santo (2 Co 5.17; Ef 2.10; Gl 6.15; Ef 4.24; vide Gn 2.7). O resultado prático é uma transformação radical da pessoa em sua natureza, seu caráter, desejos e propósitos; (e) Ressurreição – (Rm 6.4,5; Cl 2.13; 3.1; Ef 2.5,6). Como Deus vivificou o barro inanimado e o fez vivo para com o mundo físico, assim ele vivifica a alma em seus pecados e a faz viva para as realidades do mundo espiritual. Esse ato de ressurreição espiritual é simbolizado pelo batismo nas águas. A regeneração é “a grande mudança que Deus opera na alma quando a vivifica; quando ele a levanta da morte do pecado para a vida de justiça” (João Wesley). Notar-se-á que os termos acima citados são apenas variantes de um grande pensamento básico da regeneração, isto é, uma divina comunicação duma nova vida à alma do homem. Três fatos científicos relativos à vida natural também se aplicam à vida espiritual; isto é, ela surge repentinamente; aparece misteriosamente, e desenvolve-se gradativamente.
Jesus apontou a necessidade mais profunda e universal de todos os homens — uma mudança radical e completa da natureza e caráter do homem em sua totalidade. Toda a natureza do homem ficou deformada pelo pecado, a herança da queda; essa deformação moral reflete-se em sua conduta e em todas as suas relações. Antes que o homem possa ter uma vida que agrade a Deus, seja no presente ou na eternidade, sua natureza precisa passar por uma transformação tão radical, que seja realmente um segundo nascimento. O homem não pode transformar-se a si mesmo; essa transformação terá que vir de cima. Jesus não tentou explicar o como do novo nascimento, mas explicou opor quê do assunto. “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido de Espírito é espírito.” Carne e espírito pertencem a reinos diferentes, e um não pode produzir o outro. A natureza humana pode gerar a natureza humana, mas somente o Espírito Santo pode gerar a natureza espiritual. A natureza humana somente pode produzir a natureza humana; e nenhuma criatura poderá elevar-se acima de sua própria natureza. A vida espiritual não passado pai ao filho pela geração natural; ela procede de Deus para o homem por meio da geração espiritual. Os meios da regeneração: (a) Agência divina – O Espírito Santo é o agente especial na obra de regeneração. Ele opera a transformação na pessoa (Jo 3.6; Tt 3.5). Contudo, todas as Pessoas da Trindade operam nessa obra; (b) A preparação humana- Estritamente falando, o homem não pode cooperar no ato de regeneração, que é um ato soberano de Deus; mas o homem pode tomar parte na preparação para o novo nascimento. Qual é essa preparação? Resposta: Arrependimento e fé (PEARLMAN, 1992).

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